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APLICATIVO DO PARÁ LISTA OS VENDEDORES DE AÇAÍ QUE RESPEITAM AS NORMAS DE HIGIENE

June 19, 2017

 

Uma startup de Belém, capital do Pará, criou um aplicativo para quem não vive sem o açaí. É a Açaí Paidégua, que mostra, num mapa com geolocalização, quais são as empresas que vendem derivados da fruta amazônica de acordo com as normas higiênicas da Vigilância Sanitária do município.

 

O serviço, que por enquanto só funciona em Belém, é importante por uma questão de saúde pública. O barbeiro, um inseto muito comum na região amazônica, costuma pousar na fruta e depositar suas fezes. Se o mosquito está contaminado com o protozoário Trypanosoma cruzi, o causador do mal de Chagas, o açaí acaba infectado. Quem come qualquer derivado da fruta contaminada tem uma chance muito alta de contrair a doença, que pode levar à morte.

Geovane Freitas, 23 anos, é o criador da Açaí Paidégua, ao lado de três amigos. Ele explica que o Pará é hoje o maior produtor de açaí do Brasil, concentrando 85% do volume. Por causa da abundância, diz Freitas, Belém tem mais de 7 mil negócios que vendem derivados da fruta, como sucos e sorvetes. “Mas a maioria dos negócios, infelizmente, não segue as normas de higienização da cidade”, diz.

O aplicativo, diz Freitas, mostra num mapa quais são os vendedores de açaí que respeitam as normas e os processos de higienização da Vigilância Sanitária e que têm o selo “Açaí Bom”, dado pelo Programa Estadual de Qualidade do Açaí (PEQA) do Pará. “O software, feito para smartphones Android, usa a base de dados da própria Vigilância Sanitária, que faz um controle rígido nas empresas. Por isso, só exibe 180 estabelecimentos num universo de mais de 7 mil negócios”, diz.

Freitas, que está na Feira do Empreendedor passando por um processo de mentoria com especialistas em startups, diz que a missão do aplicativo, por enquanto, é mostrar os negócios de açaí corretos e proteger o consumidor. “Em breve, a startup quer monetizar conectando o vendedor ao comprador dos derivados da fruta”, diz.

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